quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Ao rejeitar plebiscito, PT subtrai argumento político de Dilma para se defender do impeachment, diz Agripino

agripino
O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), disse que, ao rejeitar oficialmente a tese do plebiscito defendida por Dilma Rousseff, o PT subtraiu da presidente afastada o argumento político utilizado por ela durante meses para se defender do crime de responsabilidade. “Agora, ela vem ao Senado sem o argumento político que seu próprio partido lhe subtraiu e com a responsabilidade de, no campo jurídico, defender o indefensável”, destacou o parlamentar pelo Rio Grande do Norte.
A Executiva Nacional do PT rejeitou, nesta terça-feira (23), por 14 votos a 2, proposta apresentada por Dilma Rousseff de convocar um plebiscito a fim de consultar os eleitores sobre uma eventual antecipação das eleições presidenciais de 2018. Foi a primeira vez que o comando do PT se manifestou formalmente sobre o assunto.
Segundo divulgado pelos meios de comunicação, a cúpula do PT acredita que a promessa de um plebiscito não teria capacidade de atrair senadores contra o impeachment, cuja fase final terá início nesta quinta-feira (25) e deverá durar seis dias. Na última terça-feira (16), Dilma divulgou carta de quatro páginas batizada de “Mensagem ao Senado e ao povo brasileiro” na qual admitiu erros durante sua gestão. Ela voltou a propor a realização de um plebiscito. Senadores, tanto da base quanto da oposição, criticaram a proposta da petista.

Ricardo Motta foi atrás da ‘grana’

ricardo_motta
Quem esteve em Brasília (DF) e quase ninguém soube foi o deputado estadual Ricardo Motta. Foi ‘conversar’com a direção nacional do PSB que controla no Rio Grande do Norte.
Pedir apoio para os seus candidatos a prefeito no Rio Grande do Norte.
Do ‘Fundo Partidário’, é claro. Me engana que eu gosto.
Dizem as ‘más línguas’ que chegou montado na grana.
Os aliados vão cair em cima.

Ministro garante a Garibaldi exportações do melão brasileiro para a China

garibaldi_pacto
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, garantiu na noite desta quarta-feira (24) ao senador Garibaldi Filho que o governo brasileiro honrará o acordo firmado com a China, que trará como um dos seus efeitos práticos a exportação de melão para aquele país asiático. Garibaldi Filho manteve contato com o ministro atendendo a pedido dos produtores do RN, representados pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado, José Vieira.
Os produtores de melão estão preocupados com o lobby que agricultores da região Sul estão promovendo para emperrar o acordo que vem sendo negociado entre os dois países desde o ano de 2013. Os chineses querem comprar o melão brasileiro e mandar para cá a pera produzida por eles. Produtores rurais gaúchos e catarinenses temem que o aumento da oferta da pera no Brasil prejudique as vendas da maçã.
Em janeiro passado, uma equipe do órgão de defesa agropecuária da China visitou fazendas produtoras de melão no Rio Grande do Norte e no Ceará para conhecer os controles fitossanitários dos plantios. A inspeção foi mais um passo para viabilizar um acordo sanitário bilateral e liberar as exportações do melão brasileiro.

Rogério defende limite para gastos públicos: “Brasil precisa pensar na próxima geração, não na eleição”

rogerio
Em reunião da bancada nesta quarta-feira (24), o PSDB definiu posição favorável a que o governo do presidente Michel Temer (PMDB) atue no sentido de equilibrar as contas públicas para tirar o Brasil da crise. Para isso, a legenda entende que é necessária a aprovação de reformas estruturais no país. Para o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), é fundamental fazer com que o governo entenda que é preciso criar um teto para os gastos públicos.
Rogério citou que a aprovação da PEC 241 será de extrema importância para o ajuste das contas públicas. “Vai permitir que, caso haja aumento de receita, isso possa ser utilizado para amortizar as dívidas e, eventualmente, servir de contrapartida para projetos de investimentos. O Brasil precisa pensar na próxima geração, não na próxima eleição. Esse é o recado do PSDB. Estamos pedindo ao PMDB que tenhamos uma agenda de país. Nós estamos dentro do governo, mas o governo não pode ficar claudicante no sentido de ceder às pressões das corporações para aumentar salários no momento em que há um déficit de mais de R$ 170 bilhões”, completou.